“O erro mais comum é tratar a pele no verão como se estivéssemos no inverno”, explica a farmacêutica bioquímica e especialista em estética avançada Carla Caixeta. “A pele muda com o clima. E quando o cuidado não muda junto, o dano se acumula.”
O que realmente acontece com a pele no calor
Altas temperaturas provocam vasodilatação, aumento da produção de sebo e maior atividade inflamatória. A radiação ultravioleta, além de estimular melanina, compromete a função da barreira cutânea e acelera a degradação do colágeno.
O resultado não é apenas estético. É estrutural:
- manchas que se tornam mais resistentes
- textura irregular
- aparência opaca, mesmo em peles jovens
- envelhecimento que se manifesta meses depois
“O verão planta problemas que só aparecem no outono ou no inverno”, alerta Carla.
Clarear no verão exige inteligência não agressão
Durante anos, clareamento foi sinônimo de descamação intensa e peelings profundos. No calor, esse tipo de abordagem costuma ser um erro. A pele, já sensibilizada pelo sol, responde com efeito rebote: mais inflamação e mais manchas.
A estética avançada atual segue outro caminho, controle inflamatório, estímulo celular e preservação da barreira cutânea.
“Clarear não é atacar a pele. É reorganizar seu funcionamento”, explica a especialista. “No verão, o tratamento precisa ser estratégico, progressivo e compatível com a exposição solar.”
isso mesmo, muitas pessoas estão pecando nesse cuidado.
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