Casa Hunter lança terceira temporada da série ‘Viver é Raro’ com novas e emocionantes histórias - Joana D'arc

Destaque

12 maio 2026

Casa Hunter lança terceira temporada da série ‘Viver é Raro’ com novas e emocionantes histórias

Sete novos protagonistas compartilham sonhos, trajetórias e os desafios de conviver com uma doença rara 



A série documental ‘Viver é Raro’ está de volta para sua terceira temporada. Com realização da Casa Hunter (Associação Brasileira de Pacientes com Doenças Raras e seus Cuidadores) e coprodução da Cine Group e Vbrand, os novos episódios prometem aprofundar as discussões sobre diagnóstico, tratamento, aceitação e, acima de tudo, resiliência humana. 

O projeto, reconhecido por lançar um olhar sensível e informativo sobre as jornadas de pessoas que convivem com doenças raras no Brasil, estará disponível para não assinantes no Globoplay.

O objetivo é dar visibilidade às histórias, sonhos e desafios de quem convive com uma doença rara, condição que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), afeta até 65 pessoas a cada 100 mil. No Brasil, essa realidade atinge cerca de 13 milhões de indivíduos com alguma das 7 mil doenças catalogadas, sendo mais de 70% delas de origem genética, segundo o Ministério da Saúde.

A série - após duas temporadas de sucesso, que trouxeram à tona a realidade de pacientes e familiares que enfrentam a longa "jornada diagnóstica" e a complexidade de acessar tratamentos especializados - segue firme no propósito de quebrar tabus e lançar luz sobre as chamadas "doenças negligenciadas".

“Queremos que o público reconheça não apenas a vulnerabilidade, mas, sobretudo, a extraordinária capacidade humana de adaptação, resiliência e a busca legítima por dignidade e acesso a direitos fundamentais, como diagnóstico preciso e tratamento adequado”, afirma Antoine Daher, presidente da Casa Hunter e da FEBRARARAS, e cofundador da Casa dos Raros.

Daher destaca ainda o pioneirismo da iniciativa: “Não existe, nos principais serviços de streaming globais, um projeto com três temporadas focado em pacientes e liderado por uma instituição como a Casa Hunter. É um conteúdo inédito, que busca amplificar à causa, promover a criação de políticas públicas e garantir o diagnóstico precoce. Ao estar disponível gratuitamente no Globoplay, ampliamos de forma significativa o alcance e o impacto social da nossa mensagem”.

Para Fernanda Menegotto, diretora-executiva da série, no começo do projeto, o desafio foi criar um modelo de sustentabilidade: "Projetos de causa costumam nascer potentes, mas raramente conseguem se sustentar. Em ‘Viver é Raro’, nossa construção foi justamente o oposto: desenhar, ao longo de quatro anos, um modelo de entretenimento de impacto baseado em cocriação, em que narrativa, distribuição e parcerias operam de forma integrada para garantir continuidade, relevância e impacto real. Chegar à terceira temporada e ainda nos emocionarmos profundamente com cada história reforça que estamos lidando com um tema inesgotável, que exige escuta, consistência e compromisso no longo prazo. E é justamente isso que nos move: saber que ainda há muito a ser contado, construído e transformado.”, afirma a cofundadora e diretora-executiva da Vbrand.

A terceira temporada apresenta sete histórias reais de vidas transformadas por diagnósticos raros e ultra-raros. Em cada relato, os protagonistas compartilham seus caminhos de adaptação e superação, que vão do engajamento em causas sociais e da prática esportiva à reinvenção profissional e à construção de redes de apoio.

Entre as histórias que inspiram, está a de Karyn Cerqueira, que convive com Lipodistrofia Congênita Generalizada e que utiliza o Jiu-Jitsu para provar que sua condição não limita sua força e capacidade intelectual, transformando o bullying em plataforma de autoestima, mesmo lidando com comorbidades severas como a cirrose e a diabetes. Outro destaque é Giovanna Boscolo, que enfrentou a perda progressiva da coordenação motora causada pela Ataxia de Friedreich para conquistar o bronze paralímpico em Paris 2024. Atleta de elite e influenciadora, ela usa sua formação em Biomedicina para entender e superar os limites do corpo. 

A série também acompanha a jornada de Ana Eliza, que recebeu o diagnóstico precoce de Amiloidose Hereditária por Transtirretina (ATTRv) após perder familiares para a mesma condição, o que a levou a mudar seu destino: de ex-administradora hospitalar, ela se tornou ativista e comunicadora, focada em levar informação e acolhimento acerca da condição. 

O aposentado José Granado, de 61 anos, que enfrenta o Mieloma Múltiplo, viu na fé e no movimento físico suas maiores ferramentas de sobrevivência, mantendo uma rotina intensa de exercícios que inclui viagens de bicicleta de longa distância. 

A força familiar é representada por Luiz Fernandez, pai de Facundo Fernandez, que têm Doença de Tay-Sachs, e que se reinventou de ex-mecânico de aeronaves a presidente da única fundação dedicada à doença na Argentina, buscando esperança em ensaios clínicos no Brasil. 

Os protagonistas se completam com a história de Bernardo Botton, paciente de 10 anos com Síndrome de Dravet cujos pais transformaram a dor em ação, criando a história em quadrinhos "Super Bê" e fundando grupos de apoio; e de Raissa Ferro, professora e mãe solo com Glomerulopatia por C3 (C3G) que, após um transplante e anos de hemodiálise, encontrou na escrita poética a ferramenta para equilibrar a dualidade entre maternidade e vulnerabilidade. 

A Cine Group, coprodutora da série junto com a VBrand, celebra o lançamento da temporada. "Chegar à terceira temporada de ‘Viver é Raro’ é muito especial e motivo de muita alegria para mim e para todo o time da Cine Group. É um projeto que se fortalece a cada temporada, fruto de muito trabalho, dedicação e sensibilidade de todos os envolvidos e que tem na Vbrand, nossa coprodutora, uma parceria fundamental para que essa continuidade fosse possível. Ver a série seguir essa trajetória e alcançar ainda mais pessoas a partir da disponibilização no Globoplay é muito gratificante e reforça o quanto esse projeto é necessário e potente.", declara Luciana Pires, CEO e Produtora Executiva da Cine Group.

‘Viver é Raro’ também conta com o apoio das farmacêuticas Alnylam, AstraZeneca, Azafaros, Biogen, Chiesi, GSK, Novartis, Pzifer e UCB. Com a nova temporada, a série soma 21 episódios com histórias inspiradoras, dando voz e visibilidade à causa das doenças raras no Brasil e no mundo.




Protagonistas da terceira temporada da série ‘Viver é Raro’   

                                                           Antoine Daher - Presidente da Casa Hunter (em pé) junto aos protagonistas da série




Terceira Temporada ‘Viver é Raro’

Onde: Globoplay, disponível para não assinantes

Site: https://globoplay.globo.com/viver-e-raro/t/StQ1MLwXmQ/temporadas/3



Ficha Técnica Viver é Raro - Terceira Temporada


Direção Executiva Vbrand: Fernanda Menegotto

Produção Executiva: Gabriela Javier

Assistente de Produção Executiva: Camila Milome

Diretora Geral: Leticia Prisco

Diretora de Cena: Jô Serfaty

Roteiro: Deborah Paura

Pesquisa: Érika Xavier

1ª Assistente de Direção: Nídia Gabrielle

2ª Assistente de Direção: Suzana Amâncio

Diretora de Atendimento: Patricia Monteiro

Gerente de Atendimento: Thalita Portugal

Head de Conteúdo: Ligia Zapolla

Line Producer: Leilah Maria

Produtora e Assistência de Atendimento: Tatih Oliveira

Analista de Produção: Luciana Costa

Assistente de Produção: Geiza Soares

Apoio de Pesquisa, Produção e Conteúdo: Beatriz Queiroz, Duda Souto e Letícia Souza

Diretor de Fotografia: Julio Cesar Siqueira

Operador de Câmera: Rafael Pessotto

Assistente de Câmera: Luiz Felipe Veiga

Técnico de Som: Carlos Sotto

Diretora Financeira e Gestão Administrativa: Madê Barretto

Coordenadora Financeira: Lucélia Santos

Analista Financeira: Bárbara Silva

Coordenadora de Projetos Incentivados: Marcia Flor

Assistente de Projetos Incentivados: Julia Dayana

Assistente Financeira: Maria Santana

Jurídico: Fernando Lauro Kronemberg

Coordenadores de Pós-Produção: Renan Araújo, Natane Vidal e Elisa Bedran

Assistente de Pós-produção e Logger: Tomás Muricy

Direção de Montagem e Edição: Thaissa Castelo Branco

Videografismo e Computação Gráfica: Rhamay Lima, Marcus Kullher e Pedro Corrêa

Finalização: Dáwlo Silveira e Renan Araújo

Color Grading: Dáwlo Silveira e João Paulo Rodrigues

Supervisão Técnica: Dáwlo Silveira

Mixagem, Masterização e Sound Design: Vlad Rodriguez e Gongolo Film's

Acessibilidade e Legendagem: Bvaz Idiomas

Assistência de TI: Luan dos Santos

 

Casa Hunter

 

Diretoria: Antoine Daher, Fernanda Daher e Rana Dohir

Comunicação e Marketing: Paola Massari

Relações Institucionais: Karina Pasquali Vergani e Eduarda Ferreira Biscassi

Coordenação de Projetos: Heloisa Ungaro e Regina Khoury

Apoio Administrativo: Rosana Reiko Sakai Yoshida e GOB

Assessoria Jurídica: Bessa Sociedade de Advogados

Diretor de Arte:  Robson Hirakawa e Makewell Comunicação

 

Sobre a Casa Hunter

A Casa Hunter, fundada em 2013, é uma instituição dedicada à promoção da dignidade e do respeito às pessoas com doenças raras no Brasil e no mundo. Atua na articulação de políticas públicas e na mobilização da sociedade e do setor privado para ampliar o acesso a diagnóstico, tratamento e cuidado, beneficiando mais de 13 milhões de brasileiros e 300 milhões de pessoas globalmente.

Entre seus principais projetos está o Day Hunter, que oferece atendimento multidisciplinar ágil e humanizado e foi vencedor do Prêmio Humanizar a Saúde 2025 na categoria Doenças Raras. Também é idealizadora da Casa dos Raros, centro de referência em diagnóstico e tratamento. Realiza, também, o Prêmio Gente Rara (criado em 2015), que reconhece lideranças, profissionais de saúde e pacientes atuantes na causa. A organização foi eleita ao NGO Branch, o braço das Nações Unidas para as organizações do Terceiro Setor, e também ao Rare Diseases International (RDI).



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