Laser vaginal: tecnologia aliada à regeneração
Entre os procedimentos mais eficazes está o LASER vaginal, utilizado para:
- Regenerar a mucosa vaginal;
- Tratar atrofia e ressecamento;
- Melhorar a lubrificação natural;
- Estimular a produção endógena de colágeno;
- Restaurar o tônus e a elasticidade dos tecidos íntimos.
“O LASER vaginal atua profundamente nos tecidos, promovendo regeneração celular e melhora na vascularização local. É um tratamento minimamente invasivo, indolor e com rápida recuperação”, detalha o ginecologista.
Além do LASER, técnicas como bioestimuladores de colágeno, radiofrequência íntima e preenchimentos com ácido hialurônico podem ser associadas conforme as necessidades de cada paciente, sempre com avaliação médica individualizada.
Tratamento de lesões vulvares e vaginais
A ginecologia regenerativa também abrange o manejo de lesões vulvares e vaginais, que exigem diagnóstico preciso e tratamento especializado. Entre as mais comuns estão:
- HPV (Papilomavírus humano): infecção viral que pode causar verrugas genitais e, em alguns casos, lesões precursoras do câncer de colo uterino. O tratamento pode incluir cauterização química, crioterapia ou o uso do LASER para remoção controlada das lesões.
- Cisto sebáceo: pequenas formações benignas que surgem por obstrução de glândulas sebáceas, podendo ser tratadas com drenagem, pequenas incisões ou LASER.
- Hiperqueratose vulvar: espessamento da pele na região íntima, que pode causar coceira e desconforto. O tratamento envolve o controle da causa, hidratação local e, em alguns casos, terapias a LASER para suavizar a pele.
- Cisto de Bartholin: ocorre quando a glândula de Bartholin é obstruída, formando uma bolsa de líquido na entrada vaginal. O tratamento pode incluir drenagem, marsupialização (abertura e sutura para evitar recorrência) ou terapias complementares que estimulem a cicatrização natural.
“O diagnóstico correto é essencial. Nem toda lesão exige cirurgia muitas podem ser tratadas de forma minimamente invasiva, preservando a anatomia e reduzindo o desconforto. A ginecologia moderna busca justamente isso: tratar com precisão e respeito ao corpo feminino”, ressalta o Dr. Jadson Lener.
O impacto físico e emocional dos tratamentos
A melhora física vem acompanhada de um profundo impacto emocional. “A mulher que se sente desconfortável com a aparência ou funcionalidade da região íntima tende a sofrer calada, muitas vezes por vergonha ou por acreditar que isso é ‘normal’. Mas não é. Há recursos seguros e eficazes para devolver a saúde e o prazer”, afirma o especialista.
Além de reduzir sintomas como ardor, dor e ressecamento, os tratamentos regenerativos contribuem para melhorar a vida sexual, o bem-estar psicológico e a autoestima.
“Cuidar da saúde íntima é um ato de autoconhecimento e amor-próprio. É quando a mulher entende que pode se sentir bem em todas as fases da vida”, completa o médico.
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