Dia Internacional da Luta pela Saúde da Mulher: por que a estética deixou de falar apenas sobre beleza - Joana D'arc

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29 maio 2026

Dia Internacional da Luta pela Saúde da Mulher: por que a estética deixou de falar apenas sobre beleza

Especialistas afirmam que mulheres passaram a buscar procedimentos ligados não apenas à aparência, mas também à autoestima, confiança e envelhecimento saudável
 

Créditos : Internet | CO ASSESSORIA
 

A medicina estética mudou. Se antes os procedimentos eram associados principalmente à aparência, hoje passaram a ocupar um espaço mais amplo dentro do cuidado feminino. No Dia Internacional da Luta pela Saúde da Mulher, celebrado em 28 de maio, especialistas apontam que a chamada estética regenerativa representa uma nova fase da medicina estética, mais ligada à naturalidade, qualidade da pele, autoestima e bem-estar do que à transformação exagerada da imagem. A mudança acompanha um novo comportamento feminino, em que envelhecer bem deixou de significar esconder o tempo e passou a envolver saúde, identidade e qualidade de vida.

Para a médica Nívea Bordin Chacur, CEO GoldIncision, muitas mulheres passaram a enxergar os tratamentos estéticos de forma mais ampla, buscando não apenas mudanças físicas, mas também confiança e reconexão com a própria imagem. “Hoje existe uma visão muito mais ampla sobre saúde feminina. Muitas pacientes chegam ao consultório querendo voltar a se sentir bem consigo mesmas, recuperar segurança, autoestima e disposição. A mulher moderna quer envelhecer de forma saudável, sem perder identidade, e a estética regenerativa surge justamente com essa proposta mais equilibrada, natural e integrada ao autocuidado”, afirma.

A evolução tecnológica também ajudou a transformar o setor. Procedimentos minimamente invasivos, tecnologias de bioestimulação de colágeno e tratamentos voltados à qualidade da pele passaram a dominar congressos internacionais de medicina estética e reforçaram uma abordagem mais preventiva e individualizada. O médico Roberto Chacur (CRMRJ 953687, CRMSP 1241125), criador do método GoldIncision, afirma que a principal mudança da estética moderna foi compreender que autoestima também faz parte da saúde. “Quando falamos em celulite, flacidez ou envelhecimento, não estamos falando apenas de aparência visual. Muitas mulheres convivem com inseguranças profundas durante anos e, quando conseguimos devolver confiança e satisfação com o próprio corpo, existe também um impacto emocional importante. Hoje a tendência não é transformar a mulher em outra pessoa, mas valorizar características naturais, melhorar qualidade da pele e estimular processos regenerativos do próprio organismo”, explica.

Segundo os especialistas, as redes sociais também influenciaram diretamente essa nova percepção sobre estética. Se antes predominavam padrões extremamente artificiais, hoje cresce uma valorização maior da naturalidade, do envelhecimento saudável e de procedimentos que preservem a identidade da paciente. Ainda assim, os médicos alertam que a estética não deve ser encarada como solução emocional isolada e precisa estar sempre ligada à responsabilidade médica, avaliação individualizada e acompanhamento adequado. “A estética não pode ser vista apenas como consumo. Ela precisa estar conectada à saúde, equilíbrio e cuidado integral da mulher”, reforça Nívea.

Em um momento em que saúde feminina também passa pela forma como a mulher se sente diante do próprio corpo, especialistas acreditam que a estética regenerativa representa uma mudança definitiva na maneira de envelhecer, se cuidar e preservar autoestima sem abrir mão da naturalidade.

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