Março Amarelo: diagnóstico precoce é essencial para reduzir impactos da endometriose - Joana D'arc

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13 março 2026

Março Amarelo: diagnóstico precoce é essencial para reduzir impactos da endometriose

Especialista alerta para sinais da doença que afeta milhões de mulheres no Brasil


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Crédito: Divulgação


Dor intensa durante a menstruação, desconforto nas relações sexuais, alterações intestinais e dificuldade para engravidar. Sintomas como esses ainda são frequentemente naturalizados por muitas mulheres, mas podem indicar uma doença ginecológica que afeta milhões de brasileiras: a endometriose.

 

Além da campanha do Março Amarelo, o alerta ganha destaque no Dia Nacional de Luta contra a Endometriose, 13 de março, data que busca ampliar a conscientização sobre a doença e reforçar a importância do diagnóstico precoce. A condição ocorre quando o tecido semelhante ao endométrio, que normalmente reveste o interior do útero, cresce fora dele, podendo atingir ovários, trompas, intestino e outros órgãos da pelve.

 

De acordo com especialistas, um dos principais desafios no enfrentamento da endometriose é justamente o atraso no diagnóstico. Muitas pacientes convivem com sintomas por anos antes de procurar atendimento médico ou receber a confirmação da doença.

 

Segundo o ginecologista e professor da Afya Jaboatão, Eduardo Moura, a dor menstrual intensa não deve ser considerada algo normal quando interfere na qualidade de vida da mulher. “Cólicas incapacitantes, dor durante as relações sexuais, dor pélvica crônica e dificuldade para engravidar são sinais de alerta. Quando esses sintomas aparecem de forma persistente, é fundamental procurar avaliação médica para investigar a possibilidade de endometriose”, explica.

 

A doença pode impactar diferentes aspectos da vida da mulher, desde a rotina de trabalho até a saúde emocional e reprodutiva. O diagnóstico costuma envolver avaliação clínica detalhada, exames de imagem e acompanhamento especializado.

 

Identificar o problema precocemente faz diferença no controle da doença e na qualidade de vida das pacientes. “Quanto mais cedo a endometriose é diagnosticada, maiores são as possibilidades de controlar os sintomas, evitar a progressão da doença e preservar a fertilidade”, destaca o médico.

 

Além do tratamento medicamentoso, o acompanhamento médico pode incluir mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, procedimentos cirúrgicos. Cada caso deve ser avaliado individualmente, considerando os sintomas e os planos reprodutivos da paciente.

 

Sobre a Afya

 

A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 37 Instituições de Ensino Superior, 32 delas com cursos de Medicina e 25 unidades com pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. O grupo conta com 3.768 vagas de Medicina aprovadas pelo MEC e, nos últimos 25 anos, já formou mais de 24 mil alunos.

 

Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers.

 

Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023).

 

Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 - Saúde e Bem-Estar.
Mais informações em: http://www.afya.com.br e http://ir.afya.com.br.

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