Atualmente, o País lidera o número de organizações neste patamar, colocando em prática que a tecnologia pode deixar o papel e as burocracias de lado.
Números da Mordor Intelligence indicam que o Brasil será o país com maior crescimento na área de TI para a Saúde na América, com 12%. Parte desse processo se deve à busca pelos padrões de eficiência e segurança para profissionais e pacientes, validados através de certificações e acreditações.
É o caso da HIMSS (Healthcare Information and Management Systems Society), referência global utilizada como pano de fundo para medir a maturidade digital hospitalar. Alcançar seus níveis mais altos (6 e 7) atesta que a instituição utiliza tecnologia e dados de forma plena para garantir segurança assistencial, precisão clínica e um cuidado efetivamente centrado no paciente, com interoperabilidade e processos padronizados.
Capitaneando este avanço está a MV, líder na América Latina em softwares para saúde, que anuncia um marco que comprova essa liderança: 100% dos hospitais brasileiros que alcançaram os níveis 6 e 7 da HIMSS (Healthcare Information and Management Systems Society) utilizam as soluções da companhia.
"O Brasil está, de fato, liderando essa jornada na América Latina. A certificação HIMSS é o reconhecimento máximo desse esforço, e o fato de todas as instituições brasileiras certificadas no topo utilizarem nossa tecnologia demonstra o nosso apetite pela transformação", afirma Paulo Magnus, CEO da MV. "Isso prova que o país alcançou o mais alto padrão mundial de eficiência e acurácia no cuidado, e estamos orgulhosos de impulsionar esse movimento”, completa o empresário.
O avanço é notável tanto no setor privado quanto no público. Instituições como a Unimed Recife – que em 2016 se tornou o primeiro hospital brasileiro a atingir o nível máximo HIMSS 7, estão encabeçando o Agora, quatro instituições possuem o selo ativo da HIMSS: a Unimed Recife, que renovou o status; Unimed Sorocaba, Unimed Sul Capixaba e o Hospital Geral do Grajaú.
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