15 dezembro 2017

Descobrir a localização de alguém pode ser tarefa para o detetive particular


Durante muito tempo se há indícios de profissionais que trabalham com investigações. Eles desenvolvem tarefas diversas no ramo e conseguem coletar informações que outras pessoas dificilmente teriam acesso. 
Uma das funções de um detetive particular é a oportunidade de descobrir a localização de alguma pessoa de maneira um pouco mais fácil.
Neste artigo, você vai descobrir detalhes de como os detetives conseguem localizar pessoas que estão desaparecidas ou, até mesmo, alguns fugitivos procurados, através de técnicas e materiais específicos à profissão.

Origem do sumiço

Antes de mais nada é essencial que o detetive particular tome o conhecimento devido sobre a pessoa que ele tem que encontrar.
Existem tratamentos diferentes para cada caso, pois um sempre difere do outro. Por isso, a conversa inicial é uma das melhores vertentes, é o alicerce do caso. A partir dela, o investigador particular extrairá as informações necessárias sobre quem se deseja localizar.
Os casos mais comuns são de familiares que buscam ajuda para encontrar seus parentes que por algum motivo desapareceram, sejam por rapto ou fuga.
Há também a possibilidade de um detetive ter de encontrar alguém que está fugindo do cumprimento de alguma pena, seja ela privativa ou não. Como, por exemplo, alguém que cometeu um assassinato e outro que sumiu por se recusar a arcar com as despesas, previstas em lei, da paternidade (como pensões), etc.

Outros casos bem comuns são:

· Adolescentes que fogem de casa por pura rebeldia

· Mulheres vítimas de violência

· Endividados

· Tráfico de pessoas

· Vício em drogas pesadas

Conversa com envolvidos

Depois que o detetive particular toma todo o conhecimento das raízes do caso, o que possivelmente levou aquela determinada pessoa a desaparecer e quais os detalhes do sumiço, chegou a hora de sentar e conversar com familiares e pessoas próximas que servirão de testemunhas.
Tudo o que eles disserem dever ser minuciosamente anotado e preservado. Nada de falar à toa, ou só escrever também. Tudo o que o investigador faz tem um sentido lógico, ele deve estar atento, até mesmo, para os gestos dos entrevistados, desde o movimento dos lábios, olhos e cabeça, até braços, mãos e pernas.
Todo esse procedimento é preciso para que se levantem pistas e, também, para que o histórico da pessoa desaparecida seja bem mais esclarecido. Outro fator preponderante nesse ato seria a oportunidade de traçar possíveis motivos reais de o desaparecido resolver ir, ou ser levado.

Coleta de dados

Chegou o momento de pegar o caderninho, computador ou celular e começar a anotar tudo o que se viu e verá dali em diante, nada pode ser visto como algo fútil, pois no futuro pode ser bem precioso, por isso se deve estar sempre atento a cada detalhe colhido na investigação de busca.
O detetive particular elabora uma série de perguntas, que precisam estar encaixadas na situação a ser trabalhada, e, em seguida, aplica-as aos seus interrogados. A partir da resposta deles ficará bem mais fácil conseguir encontrar a pessoa desaparecida.

Dentre o quadro de perguntas mais típicas, estão as seguintes:

· Nome completo

· Número dos documentos, em especial CPF

· Endereço do último local em que foi visto

· Local que trabalhava

· Data de nascimento

· Foto recente e em boa qualidade

Com todos esses recursos em mãos, ou pelo menos alguns, está na hora de dar início às investigações.

Fazendo a busca

A procura pela pessoa desaparecida se dá de diversos modos, e pode se modificar no decorrer da aplicação dos métodos. Tudo dependerá da origem do caso e alguns detalhes específicos.
Aparelhos celulares, pessoas vizinhas, amigos, familiares, servidores da mesma empresa, tudo é levado em consideração no momento da investigação. 
Utilizar algum aparelho GPS, ou outra ferramenta de alta tecnologia e sofisticação que obtenha um resultado similar, ou melhor, é bem comum também nesse tipo de caso. O que vale mesmo é o resultado, descobrir onde a pessoa se encontra.
É bom lembrar que o detetive particular tem de ser alguém muito centrado e com um bom preparo psicológico, já que deve estar pronto sempre, e ajudar a preparar a família, caso obtenha alguma informação de pesar sobre o desaparecido.





JOANA D'ARC
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