27 setembro 2017

PROBLEMAS AUDITIVOS EM IDOSOS PODEM LEVÁ-LOS À DEPRESSÃO

No próximo dia 1º de outubro comemora-se o Dia do Idoso. Um dos problemas mais comuns nesta fase é a perda da audição. Diagnóstico precoce e a utilização de aparelho auditivo garantem excelente qualidade de vida. A Direito de Ouvir, rede de clínicas em reabilitação auditiva, conta com modelos modernos, com tecnologia e design de ponta.
 De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a população do País é de mais de 208 milhões de pessoas, sendo que cerca de 25 milhões são idosos. E este número aumentará. Segundo estimativas do Instituto, daqui a 13 anos, os idosos chegarão a 41,5 milhões, correspondendo a 18% da população, ultrapassando o número de crianças que será de 39,2 milhões, ou 17,6%. Um dos fatores que impulsionam esta progressão é o aumento da expectativa de vida da população. No entanto, cresce também os cuidados em relação à saúde.
 Um dos problemas mais comuns nesta fase da vida é a perda auditiva, que, se não tratada, pode influenciar, e muito, no desenvolvimento de quadros de depressão, que se iniciam com isolamento social. Uma pesquisa da Universidade de Columbia Britânica, no Canadá, mostrou que, para cada queda de 10 decibéis na audição, há um aumento de 52% no isolamento social, principalmente entre 60 e 69 anos. Além disso, a pesquisa indicou que os problemas auditivos também afetam o cérebro. “Apesar de a perda auditiva ser uma consequência natural que a população idosa enfrenta, existem alguns fatores que podem contribuir para o agravamento do problema e dificultar o tratamento”, explica a fonoaudióloga Andréa Abrahão, diretora técnica da rede de reabilitação auditiva Direito de Ouvir.
 Segundo a especialista, é importante que o idoso procure ajuda assim que perceber que não está ouvindo bem, pois quanto antes for diagnosticada a deficiência auditiva, menores serão as consequências do problema. Quem protela o problema fica mais exposto a doenças secundárias, como a depressão, e se priva de manter uma convivência plena com as pessoas, o que seria facilmente resolvido por meio da reabilitação auditiva.

Familiares devem ficar atentos à depressão

Um estudo realizado com idosos, feito pela Universidade Johns Hopkins (EUA), também constatou uma relação entre perda auditiva não tratada e problemas de saúde física, emocional e mental. Entre os idosos com perda auditiva não tratada, 32% haviam sido hospitalizados, 36% tinham uma probabilidade maior de sofrer danos nos próximos dez anos e 57% estavam mais suscetíveis a sofrer depressão. “O fato do idoso não conseguir ouvir bem faz com que se isole para não correr o risco de passar por situações constrangedoras. Este tipo de comportamento torna-se uma rotina e pode ter como consequência a depressão”, diz Andréa.
 O apoio dos amigos e familiares é extremamente importante, pois motiva a procura por ajuda médica e o inicio do tratamento. “Graças ao avanço da medicina e da tecnologia, hoje é possível uma pessoa com mais de 60 anos ter uma qualidade de vida excelente. Basta consultar um especialista e estar disposta a receber o tratamento mais adequado.”

Tecnologia a favor da reabilitação

Para a maioria dos casos de perda auditiva é recomendado o uso de um aparelho auditivo. “A utilização aumenta a longevidade e afasta doenças como o Alzheimer e ainda melhora a qualidade de vida”, diz Andréa.  
 Atualmente, os modelos estão mais modernos, contam com mais recursos, e têm preços variáveis, que vão de R$  2 mil a R$ 14 mil, aproximadamente. Com ambientes e usuários cada vez mais interconectados, os aparelhos auditivos desta nova geração possuem conexões sem fio e dispositivos externos que permitem a comunicação com celulares, tablets e smart TVs e controle de programas e ajustes de volume. Um programa, por exemplo, pode detectar a proximidade do aparelho com o telefone e, a partir daí, possibilitar uma conversa mais clara e audível. “Somente um fonoaudiólogo capacitado apoiado em exames poderá indicar o modelo adequado.
 O período de adaptação dos aparelhos pode variar de paciente para paciente, pois é necessário levar em consideração o tipo e o traçado da perda auditiva, a idade do paciente assim como o tempo de privação sonora do mesmo. Quanto mais rápida for a intervenção sonora melhor será o processo de adaptação aos aparelhos auditivos.”
 O processo de adaptação acontece quando o paciente toma como parte de si os aparelhos auditivos, usando-os durante todo o tempo que está acordado. Esse processo pode variar entre uma semana a seis meses, para os que têm maior dificuldade.

Confira alguns modelos que apresentam recursos especiais:

Enya Rite – Esta prótese ajuda na compreensão da fala e demais ruídos, além de ter uma qualidade sonora superior e transmissão de áudio estéreo. O dispositivo também tem uma maior durabilidade, design discreto, ser fácil de manusear e mais conforto para o usuário.




Linx Intracanal e Linx Rite - Essa linha possui os dispositivos made for iphone, com capacidade para realizar a transmissão de áudio do aparelho com suporte simultâneo para os acessórios (phone clip, mini microfone, controle remoto e acessório pra TV). Outra funcionalidade é a localização sonora, nos modos com o microfone omnidirecional que melhora a qualidade do som.


Sobre a Direito de Ouvir

No mercado desde 2007, a missão da Direito de Ouvir é possibilitar às pessoas com perda auditiva uma melhor qualidade de vida através de uma ampla variedade de aparelhos com alta tecnologia. O sucesso fez com que em 2014, a rede se juntasse à multinacional Amplifon, líder mundial em soluções auditivas, presente em 22 países. A Direito de Ouvir possui cerca de 400 pontos de atendimento credenciados, uma loja própria e quatro franquias em diferentes regiões do país.

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JOANA D'ARC
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