Histórias Lindas de Morrer, adaptação do livro de Ana Claudia Quintana Arantes, estreia no Teatro Vivo no dia 2 de julho - Joana D'arc

Destaque

16 junho 2026

Histórias Lindas de Morrer, adaptação do livro de Ana Claudia Quintana Arantes, estreia no Teatro Vivo no dia 2 de julho

Idealizado por Letícia Cannavale e Fernando Nitsch, que também assina a direção, espetáculo é inspirado nos relatos reais sobre pacientes da autora, que revelam conexões humanas profundas no fim da vida


"Quando se está próximo da morte, a percepção do que realmente importa viver se intensifica de maneira profunda"

Ana Claudia Quintana Arantes






Fotos de João Caldas Fº


A renomada médica geriatra e especialista em cuidados paliativos Ana Claudia Quintana Arantes tem seu livro Histórias Lindas de Morrer (editora Sextante), adaptado para o teatro em uma montagem assinada por Fernando Nitsch. O espetáculo, que conta com dramaturgia de Claudia Barral e Marcos Barbosa e produção da Brancalyone, tem sua temporada de estreia no Teatro Vivo SP, de 2 de julho a 1º de outubro, com sessões às quartas e quintas às 20h.


Estrelada por Letícia Cannavale e Tita Couto, a peça convida o público para participar de um encontro transformador com o amor, a finitude, o luto e a celebração da vida a partir dos relatos reais coletados em consultório pela autora de pacientes no fim da vida. 


A adaptação inédita representa muito mais que uma transposição de linguagem; é uma inovação que amplia o alcance de um tema de profundo impacto social. Com mais de um milhão de leitores, a autora consolidou-se como voz essencial na desconstrução do tabu ocidental sobre a morte, oferecendo ao público um novo olhar sobre o propósito individual e a valorização autêntica da vida.


A peça estrutura-se como um espetáculo teatral íntimo e poético, no qual Letícia Cannavale interpreta a médica durante uma palestra sobre cuidados paliativos. À medida que a palestra avança, Ana Claudia se depara com as lembranças das histórias que acompanharam a sua trajetória. 


O diferencial estético reside em um ambiente que flutua entre o intimista e o tecnológico, um espaço que muda conforme as histórias se desdobram, refletindo a profundidade emocional e a leveza reflexiva que caracterizam a obra.


A montagem conta com o copatrocínio da Libbs Farmacêutica, reforçando o compromisso da companhia com iniciativas que vão além do tratamento médico, ampliam o acesso à cultura e promovem o bem-estar.  "Queremos estar próximos de iniciativas que estimulem reflexões e diálogos importantes sobre a vida, o cuidado e as relações humanas. Acreditamos que a cultura tem um papel fundamental nesse processo e pode contribuir para uma sociedade mais saudável e consciente", afirma Samanta Greghi, diretora de Comunicação e Experiência de Marca da Libbs.


A potência da narrativa em cena

Ana Claudia Quintana Arantes construiu sua carreira ouvindo e vivenciando histórias de pessoas em seus últimos capítulos de vida. Como médica responsável pelo HOSPICE (unidade de cuidados paliativos) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, ela testemunhou a coragem de pacientes que, diante da finitude, descobriram o sentido essencial de suas existências. 


Histórias Lindas de Morrer coleciona esses momentos de beleza, histórias reais que revelam segredos da vida de pessoas que chegaram ao fim com grandeza e lucidez. Antes de tudo, a peça celebra a vida, equilibrando profundidade reflexiva com momentos de leveza e humor. 


Cada história funciona como um espelho, permitindo ao público ressignificar seus próprios lutos, dores e perdas, enquanto descobre ferramentas poderosas para melhor utilizar seu tempo e manter afetos verdadeiros durante sua própria jornada.


O espetáculo não é apenas uma celebração da carreira de Arantes, mas um convite ao público para encarar a morte de um jeito novo. A montagem, sustentada por uma ficha técnica de excelência e artistas premiados, propõe uma conexão profunda capaz de inspirar memórias, recriando a empatia e a compaixão que tão poderosamente essa médica encarna em sua vida e obra.


Quando se está próximo da morte, a percepção do que realmente importa viver se intensifica. A visão de mundo proposta por Ana Claudia Quintana Arantes sugere exatamente isso: uma nova experiência sobre a finitude que ressignifica nossa relação com o tempo, com o amor e com o sentido de estar vivo.


Ficha Técnica

Idealização: Fernando Nitsch e Letícia Cannavale 

Direção: Fernando Nitsch

Assistência de direção: Gisele Valeri 

Dramaturgia: Claudia Barral e Marcos Barbosa 

Elenco: Letícia Cannavale e Tita Couto

Direção de movimento: Marina Caron

Cenografia: Marcio Macena

Figurinos: Marcela Donato

Iluminação: Wagner Pinto

Trilha sonora: Dan Maia

Videomapping: André Grynwask e Pri Argoud (Um Cafofo)

Direção de produção: Edinho Rodrigues
Produção executiva: Fabricio Sindice e Jarbas Galhardo

Realização: Brancalyone Produções e Cabana 34

Baseado na obra de: Ana Claudia Quintana Arantes


Sinopse:

Histórias Lindas de Morrer é um espetáculo sensível e bem-humorado inspirado na obra da aclamada médica paliativista Ana Claudia Quintana Arantes, que mistura relatos reais colhidos durante sua carreira na medicina, revelando conexões humanas profundas de pacientes que no fim da vida viveram histórias poderosas capazes de ressignificar experiências de luto, amor e finitude.


Serviço

Histórias Lindas de Morrer, a partir da obra de Ana Claudia Quintana Arantes

Temporada: 2 de julho a 1º de outubro de 2026

Quartas e quintas às 20h

Teatro Vivo - Av. Dr. Chucri Zaidan, 2460 - Vila Cordeiro, São Paulo

Ingressos: R$ 90,00 (inteira) e R$ 45,00 (meia-entrada) / Ingressos social R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia-entrada)

Vendas online em https://site.bileto.sympla.com.br/teatrovivo

Bilheteria: funciona apenas nos dias de peça e abre 2h antes da apresentação

Estacionamento: Self Park - com entrada pela Roque Petroni Jr., 1464, Vila Cordeiro, R$30 (preço único), abre duas horas antes da sessão, com tolerância de até 30 minutos após o fim do espetáculo

Capacidade:  274 lugares

Classificação: 12 anos

Duração: 80 minutos

Acessibilidade: Teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida

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