Nergal comentou sobre o novo single: "‘I, Scvlptor’ é uma nova música do Behemoth enraizada na tradição de faixas monumentais como ‘O Father O Satan O Sun!’, ‘Lucifer’ ou ‘Nieboga Czarny Xiądz’, ao mesmo tempo em que abre um novo capítulo. Ela carrega esse peso épico, mas também toma um rumo inesperado que a faz parecer fresca e diferente das faixas anteriores. Liricamente, é uma metáfora para o processo interminável de moldar a si mesmo — uma luta desigual contra a matéria e as limitações pessoais. O paradoxo é que, a partir do momento em que nascemos, já estamos destinados a morrer, então talvez não se trate da vitória em si, mas do ato constante de esculpir quem somos." I, Scvlptor, que será lançado em 4 de setembro de 2026, é um lançamento exclusivo que apresenta oito músicas inéditas — sete novas gravações de estúdio e uma faixa ao vivo. É uma obra autônoma que une o passado fundamental da banda com o seu fogo criativo atual. O lançamento traz um material de estúdio totalmente novo que incorpora toda a força da energia e intensidade dos shows do Behemoth. Duas faixas — ‘Rise of the Blackstorm of Evil’ (de The Return of the Northern Moon, 1992) e ‘In Thy Pandemaeternum’ (de Pandemonic Incantations, 1998) — são versões regravadas do material antigo do Behemoth, repaginadas com uma sonoridade moderna, mas preservando o espírito original; além de tributos a bandas que tiveram uma enorme influência no Behemoth — ‘In League With Satan’ (originalmente do Venom, com participação de Shagrath do Dimmu Borgir) e ‘The Return of Darkness and Evil’ (originalmente do Bathory, com participação de Sakis Tolis do Rotting Christ). Estará disponível em CD, LP, fita cassete e Box Set de edição limitada mundialmente pela Massacre Records, e digitalmente pela Nuclear Blast Records. Nergal comentou: "Estamos empolgados para caralho com o lançamento de I, Scvlptor. Embora não seja um álbum de estúdio convencional e seja, na verdade, mais uma compilação, o simples fato de conter músicas que ninguém nunca ouviu antes o torna um lançamento significativo para nós. Além disso, algumas dessas faixas provavelmente são um pouco diferentes do que oferecemos em nosso último álbum, The Shit Ov God. É por isso que vemos I, Scvlptor como um disco importante — uma peça de conexão, uma ponte entre onde estamos agora e o que quer que venha a seguir no futuro distante." |
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