
Mais de 1,1 milhão de horas assistidas durante o Mundial revelam como o brasileiro acompanha futebol nas plataformas digitais e ajudam a orientar a estratégia da Watch TV para a retomada do Brasileirão, Libertadores e Copa do Brasil
O maior evento esportivo do planeta também funciona como um laboratório para o futuro do streaming. Ao analisar o comportamento de seus usuários durante a Copa do Mundo de 2026, a Watch TV identificou mudanças que ajudam a explicar como o brasileiro consome futebol nas plataformas digitais e que já passam a orientar sua estratégia para a sequência da temporada, marcada pelo retorno do Campeonato Brasileiro, da Libertadores, da Copa do Brasil e da Sul-Americana.
Entre 11 de junho e 17 de julho, a plataforma registrou mais de 1 milhão de horas em transmissões esportivas. Cada usuário permaneceu, em média, 13,2 horas acompanhando os jogos, utilizando mais de 130 mil dispositivos diferentes para acessar o conteúdo. Os dados mostram que o futebol ao vivo continua sendo um dos principais motores de engajamento dentro do streaming e oferecem um retrato de como o público se comporta diante de grandes eventos esportivos.
"A Copa concentrou um volume enorme de audiência simultânea e nos permitiu identificar padrões que continuam válidos ao longo de toda a temporada. Esse aprendizado passa a orientar nossa estratégia para competições que mantêm o torcedor conectado durante praticamente o ano inteiro", afirma Maurício Almeida, presidente da Watch TV.
A televisão continua sendo a principal tela do futebol
O primeiro aprendizado veio da preferência dos usuários pela experiência em tela grande. Durante o Mundial, 79,6% do consumo aconteceu em Smart TVs, enquanto os smartphones responderam por 18,2% dos acessos e o desktop por apenas 2,2%.
Segundo Almeida, o dado mostra que, apesar da consolidação do streaming, a forma de assistir aos grandes eventos esportivos permanece bastante semelhante à da televisão tradicional.
"Durante muito tempo acreditou-se que o celular se tornaria a principal tela para qualquer tipo de vídeo. O que observamos é que, quando o conteúdo mobiliza milhões de pessoas ao mesmo tempo, o consumidor busca a melhor experiência disponível. Grandes jogos continuam reunindo famílias e amigos diante da televisão, mesmo sendo distribuídos por plataformas digitais", afirma o executivo.
Futebol cria hábito, não apenas audiência
Outro comportamento observado foi a recorrência de consumo. Mais de 36% dos usuários acessaram a plataforma em cinco dias ou mais durante a Copa, indicando que o público não se conecta apenas para partidas específicas, mas acompanha a competição ao longo de todo o torneio.
Para a Watch, esse padrão reforça uma característica importante do futebol dentro do streaming: a capacidade de criar frequência de uso e ampliar o tempo de permanência na plataforma.
"O streaming esportivo deixou de ser um consumo ocasional. Existe uma construção de hábito. O torcedor acompanha diferentes jogos, volta diariamente para conferir novas partidas e permanece conectado durante toda a competição. Essa recorrência é um dos ativos mais importantes para qualquer plataforma digital", explica.
Jogos da Seleção continuam impulsionando o consumo
A análise também mostrou que os maiores picos de audiência ocorreram justamente nos dias de jogos da Seleção Brasileira, quando o número de usuários ativos praticamente dobrou em relação aos dias de menor movimentação.
Já em volume de consumo, a Globo concentrou 52% das horas assistidas, seguida pelo SBT, com 34%. Em alcance, porém, o cenário foi diferente: o SBT reuniu 75% dos usuários que passaram pela plataforma durante o torneio, evidenciando perfis distintos de consumo entre os canais.
Os dados também mostram um efeito de "arrasto" sobre todo o ecossistema esportivo da plataforma. Durante o Mundial, os canais SBT, Globo, sportv 1, 2 e 3, GE e NSports registraram, em média, 61% mais usuários em relação ao período anterior ao torneio, indicando que grandes competições estimulam o consumo de diferentes transmissões esportivas, e não apenas dos jogos da competição.
Da Copa para os campeonatos nacionais
Para a Watch, os comportamentos observados durante o principal torneio do calendário internacional não se restringem a um evento específico. Pelo contrário, eles ajudam a antecipar tendências que devem se repetir ao longo da temporada nas principais competições nacionais e continentais. A recorrência de consumo, a preferência pela Smart TV e o aumento da audiência em partidas de maior apelo mostram que o streaming esportivo entrou em uma nova fase. Mais do que garantir uma transmissão estável, as plataformas passam a competir pela capacidade de compreender o comportamento do torcedor e transformar esses aprendizados em uma experiência cada vez mais personalizada.
"Durante muito tempo o mercado discutiu se o streaming substituiria a televisão. Hoje essa discussão ficou para trás. Para milhões de pessoas, o streaming já é a televisão. O diferencial deixou de ser apenas a tecnologia de transmissão e passou a ser a capacidade de entender o comportamento do público para oferecer uma experiência cada vez mais personalizada. É esse conhecimento que vai orientar a evolução da experiência do torcedor nas próximas grandes competições do calendário brasileiro", conclui Almeida.
Sobre a Watch TV:
Lançada em outubro de 2018, a Watch TV é um hub de conteúdo que oferece aos provedores de serviços de Internet a possibilidade de trabalhar com multimídia e fornecer assinaturas de séries, filmes dos maiores e melhores estúdios, incluindo os de Hollywood, além de canais lineares e aluguel por 48h dos últimos lançamentos em filmes.
Com modelo flexível e escalável, a empresa se consolidou como referência no mercado ao democratizar o acesso ao streaming para ISPs, ampliando a oferta de entretenimento, diminuindo o custo dos serviços e proporcionando uma experiência completa e personalizada para os consumidores finais. Dessa forma, a Watch amplia a retenção de clientes e diversifica a receita dos provedores de internet.
A Watch disponibiliza pacotes bem diversificados e completos, incluindo Globo (afiliadas locais e canais fechados como GE TV, Sportv, Multishow, GNT), HBO Max, ESPN, Telecine, Premiere, Combate entre outros canais, emissoras e estúdios. Também possui em seu portfólio a Awdio (uma plataforma de rádio e áudio books). Hoje, a plataforma atende milhares de ISPs em todas as regiões do Brasil, impactando milhões de usuários finais com tecnologia, inovação e conteúdo de alta qualidade.
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