Darrow marca de skincare compartilha dicas para os mais jovens, que ainda passam no pediatra ou nunca foram ao dermatologista
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Durante a adolescência, o corpo passa por transformações intensas e a pele é um dos órgãos que mais sente esse impacto. Entre 13 e 24 anos, é comum notar mais oleosidade, brilho excessivo e o surgimento de espinhas, o que pode gerar dúvidas e inseguranças em jovens.
Segundo dermatologistas, o principal gatilho dessas mudanças são os hormônios. “Na puberdade, há um aumento natural dos andrógenos, que estimulam as glândulas sebáceas a produzirem mais óleo. Esse excesso de sebo cria um ambiente propício ao surgimento de cravos e acne”, explica Dra. Livia Pino, dermatologista.
Como o dia a dia da escola interfere na pele
Além das mudanças internas, a volta às aulas traz uma rotina que pode interferir diretamente na saúde da pele. Longos períodos fora de casa, salas cheias, transporte público, calor e deslocamentos ao ar livre fazem com que o adolescente transpire mais e toque o rosto com maior frequência, fatores que favorecem o aumento da oleosidade e o acúmulo de impurezas nos poros.
“A pele do adolescente reage muito ao ambiente e aos hábitos do dia a dia. Na volta às aulas, a combinação de calor, suor, contato das mãos com o rosto e rotina corrida pode agravar a oleosidade e as espinhas. Por isso, pequenas práticas, como limpar a pele ao chegar em casa e usar proteção solar, fazem grande diferença”, comenta a dermatologista.
Skincare básico para quem está começando
Para quem nunca foi ao dermatologista, a recomendação é que agende uma primeira consulta. Mas a boa notícia é que cuidar da pele não precisa ser complicado. Uma rotina simples e possível já traz benefícios:
- Limpeza suave duas vezes ao dia (de manhã e à noite);
- Hidratação leve e adequada a cada tipo de pele, mesmo para pele oleosa;
- Protetor solar diário, não apenas na praia.
“Menos é mais nessa fase. Produtos adequados para pele oleosa ajudam a controlar o brilho sem agredir a barreira cutânea. Ingredientes como ácido salicílico auxiliam na desobstrução dos poros e no controle das espinhas, o ácido glicólico ajuda na renovação suave da pele, enquanto ativos calmantes e hidratantes leves, como niacinamida e glicerina, contribuem para reduzir a inflamação e manter o equilíbrio sem deixar sensação pesada”, orienta Dra. Livia Pino, dermatologista.
Erros comuns (e por que evitá-los)
Na tentativa de resolver espinhas rapidamente, muitos adolescentes acabam adotando hábitos que podem piorar o quadro. Lavar o rosto em excesso, usar produtos muito agressivos, espremer espinhas ou deixar de usar protetor solar são práticas frequentes.
“Esses comportamentos podem aumentar a inflamação, causar o efeito rebote - com maior oleosidade na pele - manchas e até cicatrizes permanentes. Informação e orientação são fundamentais para evitar danos”, alerta a especialista.
Quando procurar um dermatologista?
Embora seja comum ter espinhas na adolescência, alguns sinais indicam que é hora de buscar ajuda profissional: acne dolorida e inflamada, lesões recorrentes no mesmo local, manchas persistentes ou impacto na autoestima. “A adolescência já é cheia de mudanças, e cuidar da pele do jeito certo ajuda a prevenir marcas que podem durar a vida toda. Quanto mais cedo você tratar a acne, menor o risco de cicatrizes — aquela ideia de ‘é só uma fase’ nem sempre é uma boa estratégia”, conclui a dermatologista.
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