Especialista aponta práticas que confundem o consumidor e defende mais transparência na hora da compra 1. Decidir anos de sono em cinco minutos de loja. Deitar vestido, sob luz forte e por poucos minutos não é teste suficiente para um produto que vai acompanhar o consumidor por quase uma década. O corpo leva dias para se adaptar a uma nova superfície, e é por isso que o período de teste em casa deveria ser regra, não exceção. 2. Confundir densidade com firmeza. São coisas diferentes, e confundir uma com a outra atrapalha a escolha. A densidade diz respeito à qualidade e à durabilidade da espuma; a firmeza é a sensação ao deitar, e a ideal depende do biotipo e da posição de dormir de cada pessoa. Um número de densidade alto não significa, por si só, um colchão melhor nem mais firme. 3. Achar que mais firme é sempre melhor para a coluna. A crença de que colchão bom é colchão duro já causou mais dor do que alívio. O que importa é o alinhamento da coluna, que se dá quando o colchão sustenta o corpo e acomoda suas curvaturas naturais, e não quando ele simplesmente resiste ao peso. 4. Tratar altura como sinônimo de qualidade. Um colchão mais alto não é necessariamente melhor. A espessura pode ser inflada com camadas de baixo valor, e o que realmente importa é a construção interna: quais espumas compõem o produto e como as camadas trabalham juntas para sustentar e adaptar. 5. Confundir garantia com vida útil. Garantias curtas transferem para o consumidor o risco de um produto que se deforma antes da hora. Vale ler o certificado do fabricante, e não da loja, e desconfiar de prazos que não acompanham a promessa de durabilidade feita na venda. Não existe colchão ideal, existe o ideal para cada pessoa Parte do mercado tem se movido na direção oposta a essas práticas. Períodos de teste em casa que chegam a 100 noites, garantias de até 12 anos e a substituição da promessa vaga por informação sobre a construção interna do colchão são sinais de um setor sob pressão para ser mais claro. No centro dessa virada está uma ideia simples: não existe colchão ideal, existe o ideal para cada pessoa. Recursos de personalização ganham espaço justamente por isso: colchões que permitem firmeza diferente de cada lado, para casais com preferências opostas, ou ajuste de conforto térmico entre verão e inverno, e bases que regulam altura e posição de cabeça e pés. "O consumidor não deveria precisar decifrar o que está comprando. Boa parte do mercado se beneficia dessa falta de informação, e preferimos o caminho oposto: explicar, dar tempo de teste de verdade e entregar um produto que se adapta à pessoa, e não o contrário", afirma Daniel. A discussão ganha peso em um mercado em expansão. Segundo o IMARC Group, o segmento brasileiro de colchões alcançou US$ 750 milhões em 2025 e tem potencial para chegar a US$ 1,4 bilhão até 2034, puxado por inovação em materiais, tecnologia e maior procura por produtos ligados ao bem-estar.
Com mais de 10 anos de atuação, a Luuna, nascida no México, segue revolucionando o mercado de colchões ao trazer inovação, tecnologia e conveniência para o segmento de descanso. Com atuação no Brasil desde 2022, oferece 100 noites de teste e até 12 anos de garantia nos produtos como colchões, base, cabeceiras, travesseiros e acessórios. Sua metodologia une pesquisa, detalhamento e precisão em cada material e decisão de produto, transformando o descanso em uma experiência de bem-estar real e inteligente que impacta a forma como as pessoas vivem, sentem e performam todos os dias. Para mais informações, acesse o link.
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14 agosto 2026
Conheça 5 erros comuns ao comprar um colchão
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