Escola da Zona Leste de São Paulo adere ao projeto do MEC "Escola das Adolescências" - Joana D'arc

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21 março 2026

Escola da Zona Leste de São Paulo adere ao projeto do MEC "Escola das Adolescências"


Projeto nacional fortalece a recomposição de aprendizagens e amplia a inclusão educacional nos anos finais do ensino fundamental




O Centro Educacional Marista Irmão Lourenço, localizado na Vila Progresso, Zona Leste de São Paulo, aderiu ao projeto do Ministério da Educação (MEC) “Escola das Adolescências”, iniciativa lançada em 2024 para fortalecer a qualidade da educação nos anos finais do ensino fundamental.

O programa tem como objetivo recompor aprendizagens, apoiar professores e gestores e garantir equidade no atendimento a adolescentes, especialmente em contextos de vulnerabilidade social. Estruturado em três eixos: governança para aprendizagem com equidade, formação continuada de educadores e organização curricular voltada às necessidades dos estudantes, o projeto já alcança milhares de escolas em todo o Brasil.

No Centro Educacional Marista Irmão Lourenço, a adesão ao “Escola das Adolescências” representa uma resposta concreta aos desafios enfrentados diariamente: defasagens em alfabetização, letramento e matemática, além de desigualdades estruturais que impactam o percurso escolar dos adolescentes. A proposta é atuar preventivamente, estruturando percursos formativos que consolidam habilidades básicas e reduzem lacunas acumuladas.

“Para nós, inclusão não é apenas uma estratégia pedagógica, mas uma posição ética e política em defesa do direito à educação. O projeto do MEC fortalece esse compromisso e amplia nossa capacidade de garantir acesso, permanência e aprendizagem de qualidade para todos os estudantes”, afirma o coordenador pedagógico do Marista Irmão Lourenço, Yuri Pinto.

Com essa iniciativa, o Centro Educacional Marista Irmão Lourenço fortalece sua missão histórica de educar crianças e jovens com qualidade. Mais do que cumprir uma política pública, a escola aposta na força transformadora da educação, e que cada adolescente que consiga superar suas defasagens e descubra novas possibilidades de aprendizagem, é prova viva de que inclusão é caminho para justiça social e para um futuro mais equitativo.

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