Até um tempo atrás ela era deixada em segundo plano e com a pecha de um ambiente mal distribuído, pequeno e, por muitas vezes, com uma certa desorganização. Mas esses fatos não correspondem mais com a realidade: a área de serviço vive sua valorização por meio de uma arquitetura bem executada.
A arquiteta Rosangela Pena afirma que a área disponível não impede o morador de usufruir de um ambiente bem pensado para realizar as atividades domésticas. “Na minha visão, os moradores precisam de conforto para sentirem-se bem quando vão cuidar de suas roupas ou realizar a faxina em casa. Por isso eu digo que a área de serviço precisa ser funcional”, argumenta. Ainda segundo ela, um espaço compacto não é impeditivo. “Muito pelo contrário, o projeto torna-se ainda mais fundamental”, complementa.
Na sua visão, o espaço precisa ser pensado com base em três frentes: estruturação, para que todos os equipamentos e utensílios estejam bem alocados; praticidade, para que os serviços de lavagem e limpeza sejam facilitados e o de circulação, uma vez que sentir-se apertado só afasta as pessoas das tarefas.
Acompanhe as dicas compartilhadas pela profissional:
Marcenaria sob medida: um investimento que vale a pena
O princípio dos armários é o mesmo aplicado nas alas sociais e íntimas: otimizar o layout e prover armários que possam receber as roupas – tanto as sujas, quanto aquelas que estão para passar –, produtos e itens de limpeza e outros que fazem parte da estrutura dos proprietários, como a caixa de ferramentas e materiais de pouco acesso. “A depender do m² do imóvel e do volume de objetos de casa, até a árvore de Natal pode encontrar seu local em um cantinho do armário na área de serviço”, argumenta Rosangela.
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