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Refluxo gastroesofágico atinge 20% da população mundial

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17 junho 2017

Sufocamento durante o sono, rouquidão e queimação no esôfago são alguns dos sintomas de um problema crônico, conhecido como Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE). Segundo o gastroenterologista Eduardo Berger, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, mesmo não havendo um tratamento definitivo, é possível controlar a doença, que afeta cerca de 20% da população mundial, e levar uma vida normal.
“Apesar de a cura ser através de tratamento cirúrgico, o refluxo não é uma condição grave e pode ser controlado com mudanças dietéticas, comportamentais e uso de medicamentos”, afirma Berger. Ainda que menos frequentes, as complicações esofágicas e respiratórias prejudicam significativamente a vida dos pacientes, com aparecimento de quadros pulmonares graves e alterações no esôfago que, em longo prazo, podem desenvolver o câncer no órgão.
Entre os sintomas constantes estão azia ou queimação no esôfago, dor e opressão na região do estômago e do peito, tosse, pigarro e rouquidão, entre outros. Os possíveis sinais relacionados a este mal criam muitas duvidas entre os pacientes. Por isso, é importante analisar a frequência dos incômodos e os prováveis fatores de piora.
Deve-se ter em mente que este problema atinge qualquer faixa etária. No caso dos adultos, o relato dos sintomas é fundamental para identificar o problema, podendo dispensar os exames no primeiro momento. Caso os indícios persistam são necessários exames que possibilitarão o melhor diagnóstico.
Para as crianças, a cintilografia é o exame mais adequado. Trata-se de uma mamadeira normal, contendo uma quantidade inofensiva de substância radioativa. A cintilografia capta e registra imagens da radioatividade voltando do estômago para o esôfago. É uma metodologia não invasiva, indolor e ambulatorial. Entretanto, nem sempre capta o refluxo, pois este não é permanente.
Existem diferentes formas de tratamento que se baseiam na necessidade de cada paciente. Elas podem ser feitas por meio de medicamentos, cirurgias ou até mesmo simples dietas, com mudanças alimentares e comportamentais.

Confira abaixo algumas dicas:

- Pare de fumar;

- Se houver sobrepeso ou obesidade, emagreça;

- Reduza o consumo de álcool;

- Evite deitar após as refeições;

- Evite refeições volumosas - o ideal é se alimentar a cada 3 horas;

- Eleve a cabeceira da cama - ajuda nos casos de refluxo durante o sono;

- Evite usar roupas e cintos apertados;

- Evite frutas cítricas, tomates, cebolas, bebidas gasosas ou com cafeína, comidas apimentadas, gordurosas ou fritas, chocolate, café, sucos e chá.



COMPLEXO HOSPITALAR EDMUNDO VASCONCELOS

Localizado ao lado do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos atua em mais de 50 especialidades e conta com cerca de 1.400 médicos. Realiza aproximadamente 12 mil procedimentos cirúrgicos, 13 mil internações, 230 mil consultas ambulatoriais, 145 mil atendimentos de Pronto-Socorro e 1,45 milhão de exames por ano. Dentre os selos e certificações obtidos pela instituição, destaca-se a Acreditação Hospitalar Nível 3 - Excelência em Gestão, concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e o Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil, conquistado pelo sexto ano consecutivo em 2016.

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