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“Seja um doador de órgãos, seja um doador de vidas”

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06 outubro 2011







Incentivar a doação de órgãos em todo o país e, com isso, alcançar a meta de 15 doadores Por Milhão de Pessoas (PMP) em 2015. Esse é o objetivo da campanha “Seja um doador de órgãos, seja um doador de vidas”, lançada pelo Ministério da Saúde, na noite desta terça-feira (27), no Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília (DF). Atualmente, a taxa brasileira é de 11,1 doadores por milhão de pessoas.

Números dos transplantes no Brasil
- A quantidade de doações por ano chega a duas mil, mais que o dobro da quantidade registrada em 2003, quando foram contabilizados 893 doadores efetivos.
- O número de doações efetivas de órgãos passará de 1.896, em 2010, para 2.144 em dezembro deste ano, expansão de 13%.
- Comparando o primeiro semestre de 2010, com o mesmo período de 2011, o número de transplantes realizados cresceu de 10.150 para 11.242 procedimentos, ampliação de 10%.
- Até o próximo mês de dezembro, mais de 23 mil transplantes devem ser realizados no Brasil. Em 2010, esta quantidade chegou a 21.040, o que representa elevação de 65% em relação a 2003 (12.722).
- O investimento anual do Ministério da Saúde no SNT, em 2010, ultrapassou R$ 1 bilhão. Este valor é quase quatro vezes maior que os recursos investidos no SNT há sete anos (R$ 327 milhões).
Para se tornar um doador, basta conversar com a sua família e deixar bem claro o desejo. Não é preciso deixar nada por escrito. Mas os familiares devem assinar a autorização da doação de órgãos após a comprovação de morte. Várias partes do corpo, como órgãos e tecidos, podem salvar outras vidas.
Toda vez que um doador é identificado, a central de transplantes é avisada. Nessa central ficam as informações técnicas de quem está na fila à espera de um órgão. Se o doador for compatível com quem vai receber a doação, ela é realizada, salvando a vida de alguém que estava a espera desse órgão vital.
A doação de órgãos ocorre quando se confirma a morte encefálica, que é quando o cérebro para de funcionar. Quando isso acontece, depois de poucas horas, o coração também pára de bater. Por isso, a morte encefálica já caracteriza a morte do indivíduo. É fundamental que os órgãos do doador sejam aproveitados enquanto ainda há circulação sanguínea. Caso contrário, apenas as córneas poderão ser aproveitadas em transplantes e todos os outros órgão que poderiam salvar vidas são perdidos.





Dados retirados do blog:







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